quarta-feira, 21 de março de 2018

Consistência e controle de treinos indoor

O ROLO 
Como já é amplamente conhecido e divulgado, o Rolo indoor é uma ótima ferramenta para controle dos treinos e não apenas um substituto para casos de dias de chuva. Eu ainda não evolui espiritualmente para conseguir fazer os longos nele (até porque nesse caso o controle não é muito necessário), mas para os treinos de intensidade durante a semana é minha opção em 100% dos casos.

Uma coisa muito legal é que podemos controlar os parâmetros o tempo todo do treino sem preocupação com segurança etc. Tipo, ficar na cadência de 80 RPM, não 78 ou 81 como diz o Roberto nos treinos de sábado :-).

Também é possível fazer alguma coisa com a parte do cérebro que não controla os músculos, como ver um filme, documentário ou show.

Mas realmente a repetitibilidade e controle saltaram aos olhos neste treino de ontem. A série era bem simples, 3 blocos de 9 minutos com potência de 80% do FTP, baixando uma marcha a cada repetição. Como a potência ficaria constante, a cadêcia cairia. E caiu cerca de 5 RPM por série.

E então eis que a FC não subiu (normalmente sobe um pouco pelo aquecimento) e sim caiu no último bloco de cadência mais baixa. Muito interessante, isso mestra a possibilidade de jogar com as variáveis numa prova, pois temos a chance de gerenciar melhor o desgaste muscular versus o calor, etc, etc. E mostra principalmente que o treino prescrito tem um objetivo bem claro.



Potência versus FC
FC versus cadência


Em números os que os gráficos acima dizem



terça-feira, 6 de março de 2018

Olímpico Heróis do Triathlon Penha 2017

É raro uma prova ensinar tanto e ser tão divertida ao mesmo tempo como foi essa. Um olímpico com vácuo no local do antigo 70.3 Penha e atual GP Extreme, um baita percurso com excelente estrutura e com duas transições, uma na praia e outra no kartódromo.

Muito interessante correr tão perto do limite o tempo todo. Vamos à historinha.

Saímos de Floripa no absurdo horário de 3:50 da madrugada, quando pessoas de bem ainda dormem. Pegamos uma baita chuva perto de Camboriú e então chegamos em Penha pra organizar as tralhas. O kit havia sido pego pelo Jean no dia anterior. Logo ao estacionar um quase desastre: deixei a roda traseira do carro a centímetros de um buraco gigante no asfalto, teria que achar um guincho pré prova.

A largada atrasou um pouco e o efeito laxante desse momento se fez presente. O problema era o estado do banheiro, algo inenarrável mesmo para almas habituadas a banheiros químicos e silvestres. Coisa terrível mesmo.

Aqueci pouca coisa e fui alinhar. Largou no desespero máximo e agarrei um pé que depois vi ser do Fabrício, mas que sumiu logo após a primeira bóia. Tá nadando demais o Camarguinho ! Então na saída da água vi o Roberto e tentei ficar com ele, o que consegui quase até a segunda bóia, quando desgarrei e no esforço hipóxico de tentar reagrupar e dei de cara na boia por nadar umas braçadas sem olhar. Meio que enrosquei nas cordas e levei a dita cuja na cabeça, finalmente contornei direito e segui pra praia a tempo de ver o Roberto saindo.

Saí da T2 e logo o Couto passou, tentei acompanhar e numa leve subidinha pra pegar a rodovia ele e o Roberto deram uma cacetada que tive que fazer força pra acompanhar. Eu grudaria naquelas rodas até não poder mais.

E foi um ciclismo alucinante. Ataques do Roberto e Massaranduba o tempo todo, revezei algumas vezes e seguimos ganhando terreno com uma intensidade ardida. Incrível o poder do vácuo, isso se mostra nos batimentos cardíacos. Mas também é incrível o que pedalar com um grupo mais forte pode fazer.

Em certo momento quando embolamos com mais gente acabamos errando o percurso, quase começamos a descer rumo a BR norte. O Roberto passou um pouco mais, eu subi pela grama da descida do acesso e foi uma confusão até o retorno no final do acesso à BR sul.

Depois disso seguimos revezando e a locomotiva humana logo voltou, partindo ao meio o pelote que tinha aumentando, bem na subidinha pouco antes dos retornos intermediários.

Bati todos os recordes de tudo, de potência normalizada, média, e velocidade e de tempo de ciclismo pra um olímpico, além de queimação nas pernas. Na terceira volta (eram uma longa até a BR 101 e duas curtas até um retorno), o Roberto atacou e apesar de ter dado 300W de média por 5 min tentando buscá-los, desgarrei desgraçadamente.

Forcei até não poder mais e vi que aproximava ao final, quando o pelote de 4 atletas (havíamos pego o Thomas que pedalara sozinho até o km 24) reduziu pra chegar. 

Pra meu desespero a palmilha do tênis entrou e embolou toda na frente, tive que descalçar pra arrumar vendo todo mundo se distanciar. Saí forte e logo passei 2 que tinham me passado na transição, ainda dentro do kartódromo.

Segui pra única volta de 10 km num vai e vem com o parque do beto carreiro no centro. Comecei a afogar no km 2 e dei uma segurada. Segui tentando manter o máximo suportável e ali pelo km 5 consegui aproximar do Roberto. Pensei se ultrapassava ou ficava e então passei. Segui o mais forte possível tentando abrir do Chefe pra evitar desesperos desnecessários na chegada :-). O km 8 foi especialmente cruel, pois eu não estava olhando nada do garmin e pensei estar terminando, mas passamos pelo kartódromo umas centenas de metros, voltamos e então ainda tivemos que dar uma volta completa lá dentro. Reduzi bastante o ritmo e quando entrei no circuito vi dois caras se aproximando vindos não sei de onde. Sprintei bem longe da chegada e cheguei com os amigos a 7 e 20 segundos atrás, vindos alucinados num sprint particular numa corrida muito mais forte. Foi quase haha.

Uma baita prova, reunião de amigos não só de Floripa mas do estado todo e paraná, startlist forte e alto nível técnico. Fiquei extremanente feliz com o resultado, pois além de saírem números muito bons a competição foi da melhor qualidade o tempo todo, e poder andar junto do Roberto é um aprendizado ímpar. Não é só força que faz a diferença, triahlon é um esporte complexo onde experiência e inteligência valem tanto quanto capacidade física. Que dia sensacional !

Parabéns a todos que correram essa prova, e obrigado especial ao Éder que foi torcer e acompanhar a viagem, tornando tudo mais fácil nesse vai e vem frenético de Floripa-Penha-Floripa.

Treine até que seus ídolos se tornem seus adversários.

Até a próxima.

Números


Resultados: 18º geral e 2º na estreia na cat 45-49 anos. 2h13min, natação 1600 m, bike 41,5 km e corrida 10,2 km. Garmin aqui

Alimentação foi pouca. Uns goles de VO2 na bike e água. Estava muito tenso pra comer hahah. Foi basicamente isso e um gel na corrida, pois no km 5 fiquei com medo de desmaiar.

A natação foi legal, saí com um grupo forte pra pedalar e bem perto de atletas referência. Procurei ficar o máximo possível em esteira e acho que deu resultado, pois não cansei demais e saiu um tempo relativamente bom.

Os números da bike me deixaram bem satisfeito. NP 270W, IF de 0.97 bem perto do teórico pra 40 km. Claro que a média foi baixa, 247 W, mas com vários blocos bem altos. A FC deu ridiculamente baixa dado o vácuo mas os últimos 10 min buscando o grupo deram uma porrada forte nas pernas.

A corrida foi boa mas fraca. Acho realmente que a busca na bike ferrou alguma coisa, pois corri bem aquém do habitual num olímpico. O resultado é o que importa, mas essa corrida tem que aprender a ser boa mesmo com a bike alucinada :-).















segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

FODAXMAN 2017 :: Vídeo Oficial

FODAXMAN 2017 :: Vídeo Oficial

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Fodaxman Extreme Triathlon

Estou até agora atônito com o que conseguimos realizar no fim de semana na serra. Foi algo surreal, incrível, fantástico, magnífico, duro, lindo, espetacular e emocionante, pra economizar nos adjetivos. Ter co-organizado essa prova junto do Manente, Fabrício e Palhares e ainda corrido foi inacreditável.

Nem sei por onde começar então vai pelo começo. Num sushi em agosto definindo as linhas gerais da prova, até instantes antes da largada, pensando em detalhes, detalhes e mais detalhes. O Manente foi simplesmente incansável e onipresente organizando tudo enquanto nós três corríamos. Obrigado meu amigo !! Na sua vez de correr sou staff de certeza.

Pois então. Sexta a tarde reunimos todos os atletas para o congresso técnico no parque da largada, uma lagoa sensacional. Informações dadas, detalhes esclarecidos e fomos retirar o kit e fazer o bike check-in. Tudo perfeito, e então fomos jantar.

Comecei a começar a tentativa de dormir as 23:50, e 01:00 ainda estava acordado. Então acordei sem despertador às 3:45 para começar a preparar a largada. Uma banana e um café feito pelos meus magníficos staffs Luciano e Luana. Nada mais, pois ainda havia macarrão sendo digerido do jantar.

Fomos pro pier onde deu-se a largada de triathlon de longa distância mais sensacional que o Brasil já viu. Quem estava na margem se emocionou e riu descontroladamente. Exatamente às 05:00 do dia 16 de dezembro de 2017 começamos a nadar.


Uma volta, e então começou a clarear. Segunda volta foi com a aurora alaranjada anunciando um dia espetacularmente espetacular. Incrível largar a noite, nadar na escuridão sideral olhando as estrelas a cada braçada. Animal !!!!!!!!!

Comecei a bike estranho. Acho que tomar duas doses de R4 não ajudou, mas achei que estava há muito sem comer. Talvez aquilo tenha drenado energia para o estômago e não para as pernas. Só sei que cheguei na BR 101 com um sol espetacular e segui pra Criciúma. Ainda estranho, pernas pesadas, fazendo muita força e ofegante.

Começamos a trocar posições, várias atletas próximos uns dos outros. Em Siderópolis começaram os morrinhos e primeiros visuais da serra. Neste trecho pedalei com o Arthur Rufato e com o Fabrício, Sandro também estava perto.

A estrada já é bonita ali, e tinha um trecho de neblina fantástico e refrigerante, mas logo o sol começou a arder e assim foi o dia todo.

Ao pé da serra a parede nos intimidava, mas incrivelmente foi ali que comecei a melhorar. Subi a serra sem olhar pra números, e ao final alcancei o Palhares. No topo da serra tinha um posto de hidratação espetacular com a galera toda, muito muito legal. Comi pão de queijo e tomei uma lata de coca cola antes de seguir.

De lá até bom jardim tem um alívio legal, bastante descida e trechos pedaláveis clipado. Mas a alegria dura pouco e as subidas recomeçam, e vão minando o vivente. Até o trevo do cruzeiro quando vira-se para Urubici é uma coisa ardida.

Lá novamente outro alívio até o Pericó, quando então começa a cereja do bolo de crueldade. Uma subida de 20 km até vacas gordas, de onde despencamos até Urubici. Do km 165 até a cidade a média foi de 45km/h com 75 watts :-). Cheguei na T2 junto do Palhares.

Família toda lá, uma festa, mas eu estava meio alucinado e nem no banheiro fui. Esqueci do pão de queijo. Não passei protetor e saí correndo. Logo parei num poste.

Fiz o retorno no William, nosso staff referência em altimetria humana. Voltando vi o Palhares vindo perto, logo depois o Fabrício e então Sandro, Lívia, Cini. Passei na T2 novamente no km 7 e segui pras estradas de terra, onde o William e a Rita armaram uma mangueira pra molhar os atletas no sol escaldante das 14 horas de horário de verão.

Porém o calor não era tanto nas estradinhas rurais bucólicas do invernador. Coisa boa correr ali ! E então o Palhares chegou e seguimos juntos até o asfalto, onde o sol começou realmente a apertar. Muito quente, e a única salvação era a água que os fantásticos staffs jogavam na gente. Uma festa staffiana, o André e Dani e o Luciano e Luana estavam juntos a prova toda nos acompanhando desde o km 95 do ciclismo, coisa fantástica. O Luciano informou que o último atleta tinha entregue a bike as 16:20, todos na T2, exceto uma desistência na natação. Correndo e pensando na prova, mas sabendo que ela estava em ótimas mãos com o Manente na liderança e todo aquele pessoal fantástico no apoio, Doc, Éder, Matheus, graduandos, fisioterapeutas, árbitros da fetrisc. Não conseguia decidir o que me deixava mais feliz, estar correndo ou estar vendo a prova se desenrolar diante dos meus olhos com aquela perfeição toda !

Comecei a sentir uma desagradável pressão interna no km 21 e seguimos correndo e andando nos morrinhos (perfeitamente corríveis em condições normais), mas ao chegar no km 26 no pé do morro da igreja tive que libertar com urgência um urubu selvagem. Antes tinha trocado os tênis e o palhares escapou um minuto acrescido do tempo da evacuação, para nunca mais ser visto :-).

Outra tenda de apoio fantástica, uma coca cola e então toca reto pra cima toda vida !! O Luciano já vinha correndo trechos e dali pra cima correu tudo comigo, e a Luana foi no carro de apoio. Que subida surreal. Começar um trecho de 16 km no km 26 de maratona de uma prova full distance, já com mais de 11 horas de prova, ganhando 1100m de altitude até o píncaro do mundo habitado do sul do Brasil a 1800 m foi absolutamente ímpar. Nada jamais se comparou a isto na minha história no triathlon.

Seguimos por 5 km 100% caminhada, impossível correr. Aí então umas descidinhas, planos falsos e infinitas subidas empinadas. Sol forte, visual estonteante pra todos os lados até que fiquei realmente tonto, com olhos pesados e sonolento. Precisei sentar por 1 min no porta-malas do carro e tomar um redbull. Depois de um tempo comecei a acordar e logo estava melhor.

O morro da igreja é impressionantemente inclinado. Sobe o mesmo desnível da rio do rastro na mesma distância, mas não tem aqueles zigue zagues todos, são rampas loooongas de concreto rumo aos céus, no caso, um baita céu azul de fim de tarde.

Chegando no topo botei a camisa de ciclismo, estava sem camisa há tempos. O visual era cada vez mais magnífico e na curva final onde até caminhar é difícil avistei o Arthur me esperando. Logo a Daiane e a Laís e o Luciano correram juntos e entrei no pórtico de chegada mais fabuloso que já existiu, de frente pra pedra furada num fim de tarde azul às 18:45. Não há palavras pra descrever aquela felicidade, alívio, realização, orgulho, tudo misturado.

Dos 24 atletas, 23 completaram, sendo 11 no percurso principal com o morro da igreja e 12 no alternativo. Isso dá duas dimensões: a dureza do percurso e a tenacidade dos atletas. Todos foram absolutamente determinados e fortes até os ossos. Estamos todos de parabéns !

Sobre a organização, perfeito não é bem a palavra. Preciso achar uma melhor. Foi Épico !


Fotos do Duks, Ana, Celinho, Luciano e mais um povo animado :-). 

Congresso técnico !


Largada noturna em foto épica do Celinho

Histories do Flows 

A foto do fotógrafo !

Literalmente pedindo água !
Curtindo um pedal tranquilo, só que não !

T2 na pousada das flores !

Run in the sun




KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK



Sério, que linha de chegada é essa ????

Palhares, eu, Fabrício. Três organizadores, 2-4 colocados, 17 min de diferença

Sensacional !

Linha de chegada, recebendo a medalha do Manente, o Diretor de Prova Onipresente !

Meus amores !

Não há pórtico igual !


Não consigo parar de olhar pra essa foto


Premiação e almoço de confraternização na pousada das flores !

The View !

Challenge Floripa 2017 - torcendo o cabo sem estourar

Nunca fiz uma prova tão forte e tão despreocupado com o resultado. Ainda na largada ao lado do Fernando Couto, comentávamos que a prova duraria bem menos que os últimos treinos para o Fodaxman. E pensei com meus zíperes que os morrinhos da SC401 que preocupam no ironman não fariam nem cócegas.

Bom, o fim de semana foi cheio. No sábado o Arthur participou do Challenge júnior, e foi fantástico ver a gurizada com estilo perfeito, técnica apurada, se divertindo sem pensar em mais nada. Incrível, deveríamos ter um pouco dessa inocência esportiva....

E então largamos. Uma volta apenas, muito bom. Consegui ficar em vários pés, e quando saí, estava no do Couto, muito bom ! 27 min pra 1800m, excelente mesmo faltando 1min35min pra 1900m hahahah.

Na T2 fui ultrapassado pelo André Lopes que saiu 5 min depois e lideraria o ciclismo geral em 20 km. Saí forte e assim continei. Um pedal excelente. Forcei em todos os morros de forma divertida, peguei chuvinha na vargem pequena e no primeiro retorno no Floripa Shopping estava em 15o, algo incomum.

Fechei a primeira volta e segui pra segunda com leve ventinho a favor, soquei até não poder mais naqueles pedais e cheguei no Floripa novamente em 11o, para então só voltar com ventinho na cara.

Entreguei a bike e saí correndo tranquilo, consegui finalmente não sair alucinado e fechei o primeiro km com uns 4:10. Depois fui no feeling, feeling de calor, de ardor nos pés e dor no pescoço. Não sei de onde veio, talvez de subir todos os morrinhos no clipe, sei lá.

Corri a primeira volta bem, a segunda marromeno e então a terceira foi menos pior. Um calorão danado amenizado pelos postos de hidratação e banho e pela coca cola gelada.

O tempo todo monitorei os atletas na corrida e não olhei pra pace, só pras distâncias relativas. Conhecia poucos, e não sabia que tinha um da categoria tão próximo, pois pra mim quem vinha perto era o Cleuber de Curitiba. Chegando destroçado descobri aterrorizado estar em 2o na 40-44 e 9o geral numa prova de altíssimo nível. Uma grata surpresa para fechar um ano excelente e despedir da 40-44 em provas do Challenge.

Foi um baita final de semana, amigos por todo lado e a competição saudável de sempre, com desafios adequados numa categoria bem competitiva, em 6 min tínhamos 8 atletas chegando. Fotos do Duks, Décio e Foco Radical. Muito obrigado ao Éder pela preparação no sábado, realmente resolvi uma dor chata no ombro e preparei as panturrilhas pra sofrer :-). O Gean Hoffman deixou a bike perfeita pra socar nos pedais, e o Roberto como sempre me preparou da melhor forma, mesmo sem eu saber direito por pensar apenas no fodaxman nos treinos dos últimos dois meses. 4h31min, pedal 39km/h e corrida pra 4:30, foi bom ! Obrigado !






Sério, que guri lindo !!!!!





Até que estava com alguma postura

4 atletas do fodaxman saindo juntos da água !

Me esfolei nesse final

Chegada sempre é uma explosão !

2o na cat 40-44


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Olímpico do Sonho

Sempre achei que deveria haver uma prova na praia do sonho. Um mar normalmente calmo, embora frio e aberto às ondulações de sul. Uma orla asfaltada e plana e recentemente (uns anos) uma rodovia asfaltada plana e longa.

Pois teve ! Foi há um tempo, mas o post não pode faltar. Terceira etapa do catarinense de Triathlon, a prova fui muito boa, porém debaixo de uma chuvarada danada.

A largada foi boa e gelada, duas voltas de 750m e então o pedal mais tenso que já fiz. 40 km em duas voltas num dilúvio com vácuo. Nervos à flor da pele e potência exagerada me levaram aliviado à T2, onde consegui correr decentemente depois de 2 meses sem treinos de intensidade devido a uma panturrilha empedrada.

Deu primeiro na categoria, muito bom ! A prova foi excelente e fechou minha participação no campeonato, pois não consegui correr a última em Penha. Por outro lado, fiquei em quinto geral no ranking de duathlon :-).

Resultados aqui e track do garmin aqui.

Visão estranha kkkkk

Auto esfolando-se na chuva !

Pódio !!