sábado, 29 de janeiro de 2011

Joelho bom, correnteza nem tanto

Ontem peguei o resultado da ressonância do joelho e fui consultar o médico. Em 1 semana fiz tudo, inacreditável para quem sempre adia qualquer tipo de visita ao doutor até que tudo se cure sozinho... Mas eu tenho uma preocupação especial com essa junta, de tanto ver gente quebrada por causa dele.

Ressonância
Tá tudo bem, tudo ótimo. Não tem nada de anormal no bicho. Uma leve irritação no tendão patelar e do quadríceps, provavelmente fruto da minha sensacional flexibilidade, foi o que sobrou pra preocupar. Vou trabalhar alongamentos e encaixar musculação, ainda não sei como. Obviamente ontem a noite fui correr, girei 1 h, pouco mais de 12 km num calor de estufa, mas mesmo derretido foi ótimo.

Hoje saí atrasado e quando cheguei na praia já tinha gente na primeira bóia. Seriam 3000 mts, coisa pra uma hora, claro. Comecei a nadar meio que rindo da desorientação dos que já estavam na água, todos espalhados e nenhum aprumado com a bóia. Aí é que vi que a correnteza estava forte, muito forte. Difícil manter o rumo, mas uma vez na bóia viramos pra esquerda e apontamos pro el divino, uma diagonal e então voltamos paralelo à praia.

Então o bicho pegou. Mais próximo à praia tinha uma corrente muito forte, água gelada vindo na cara, quase dava pra ver na superfície o rio dágua dentro do mar. Foi cruel, e quando fiz a besteira de olhar o relógio, vi que já tinham se passado 32 min e nada de acabar os 1000 mts do primeiro triângulo. Nadei mais 2 min olhando pra uns pinheiros na praia que não saiam do lugar, então saí eu andando 100 mts até o início, e lá se foram mais três 'tiros' até a bóia. Fechou 1h16, queria ter um gps pra ter visto o zigue-zague que foi aquilo. Só que se acontece um correnteza dessa no iron, acho que os tempos iriam melhorar, pois seria predominantemente à favor do percurso.

Depois pedalamos 62 km num mormaço abafado com trânsito pesado. Lá pelas 10:40 abriram o tráfego no acostamento depois do fim da duplicada sem necessidade alguma, aí finish treino, fomos até jurerê tradicional e então daniela tomar uma coca-cola gelada. Foi líquido nesse pedal, 2 caramanholas e 700 ml de coca pra ainda assim terminar seco. Fechei o treino de sábado inteiro, feliz com o joelho novo ;-).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Murphy Pneumático

Incrível o complô anti-treino que os pneumáticos aprontaram hoje. Vi na hora do almoço que a MTB estava com o pneu traseiro furado. A noite desci mais cedo pra trocar. Arranquei a câmera e tive a idéia de trocar também para o pneu slick, só estou andando mesmo em asfalto, e ao menos o treino iria render mais.

Troquei e o pneu não alinhava nem a pau, tive que soltar um pouco o cabo do freio, aí na hora de apertar espanei o parafuso. Dei um nó no cabo de aço e fiquei com meio-freio traseiro.

Aí já que tinha trocado o traseiro fui obviamente mudar o dianteiro. Esvaziei, troquei o pneu e tive o maior trabalho pra encaixar o slick. Já estava suando em bicas. Fui encher e começou a fazar pelo bico, de alguma forma quebrei a válvula (bico grosso). Aí não tinha mais câmera. Peguei a furada do traseiro e remendei na hora. Botei no pneu com a cola ainda mole e o adesivo por cima do remendo. Enfiei o pneu de novo, já com suor nos olhos, ô dia quente.

Enchi tudo e vi que ficou um ovo no pneu, a câmera ficou muito perto da borda e não encaixou direito, esvaziei de novo, arrumeir e finalmente consegui encher o dito-cujo. Fui embora rápido antes que as borrachas inventassem mais alguma coisa, ensopado de suor e sem estepe.

Desci as 19:20 e saí de casa as 20:00, encontrei o Adriano na ponte e tocamos para o aeroporto para fazer o giro de 40 km voltando pela trindade. Muito bom treino, o slick anda bem, pois na beira-mar num trecho vazio engatamos 45km/h numa boa. Não adiantou Murphy instruir os pneumáticos hoje.

Foto: http://oglobo.globo.com/blogs/rebimboca/posts/2007/10/06/trocar-pneu-chatos-pacas-76104.asp

domingo, 23 de janeiro de 2011

Joelho dá nó ?

Esta semana ia bem até sexta-feira. Acabei não tendo tempo de pedalar quinta, mas tudo bem, fiz 30 min de rolo depois de brincar com o filhote até ele dormir. Aí sexta fui correr na chuva e com 4 km senti umas dores horríveis no joelho esquerdo. De uma vez, sem aviso. Parei, alonguei a perna, tentei massagear a patela e continuar. Logo parei de novo, aí então com 5 km não aguentei e voltei andando. Fiquei sem paciência e trotei um pouco, mas me convenci a continuar andando pra minimizar seja lá que danos fossem aqueles.

Em casa botei logo gelo, mas doia só de dobrar a perna. Dormi ansioso com o dia seguinte, com os equipos prontos pro treino de transição em jurerê. Só que aí a chuva veio de vez e alagou a cidade toda, um caos típico que se repete sempre.

Dorzinha chata durante o dia. Se nunca tive dor nos joelhos treinando, que dirá de ter dor parado em casa. Às 16 horas sobrou um tempo e fui nadar. Senti na pernada, e às vezes na impulsão na borda. Nadei 3000 mts em 59 min, bem lentos, e ainda assim saí com o joelho pior do que entrei na água.

Mais gelo, relembrei alongamentos das antigas fisioterapias e fiquei o resto do dia preocupado. Aí fui ler algo na internet sobre a dor atrás da patela, ao dobrar a articulação. Nada bom.

Hoje tinha preparado tudo pro pedal longo, mesmo sabendo que não daria em nada com aquela dor e chuva, duas porcarias. Acordei com dor de novo, agora já apavorado. Comecei a falar sem parar, pesquisar o tempo todo e ficar alongando tudo que é músculo das pernas. Depois das 4 da tarde o sol que tinha saído ao meio dia estava forte e resolvi testar o pedal.

Saí de casa e logo veio uma descida, tudo certo. Aí tinha uma subidinha ridícula. Minúscula, e quase dei um berro de dor. Só não fiz meia-volta ali mesmo porque não era o melhor local, desci do outro lado e comecei a voltar pra casa. Aí percebi que a dor tinha praticamente sumido. Tudo isso em menos de 2 km. Não poderia ser só 'aquecimento' da articulação. Retornei de novo e segui de leve, melhorou. Aí melhorou mais e fui, acabei girando 50 km na MTB em terreno quase todo plano, salvo umas subidinhas de nada. Não senti mais nada, nem em casa depois que esfriou, nem agora várias horas depois. Botei gelo mesmo assim.

Coisa mais estranha. Sumiu. Desapareceu, tão rápido quanto veio, a dor maldita. Pelo menos por hora, não sei como vai ficar amanhã. Não vou ficar perguntando aonde a dor foi, mas não vou sossegar mais até descobrir o que foi isso. Vou num especialista o quanto antes e quero uma ressonância, ultrassom, seja lá o que for que permita ver se está tudo em ordem com a coisa toda ali dentro. Alguém aí já teve isso ? Aceito recomendação de especialistas na região de Florianópolis, um ortopedista que saiba tratar de quem corre e pedala.

Relembrando, este joelho as vezes ficava um pouco 'duro' depois de uns treinos muitos pesados, como na última maratona. Mas tudo ficava travado, então nunca dei muita bola. Também percebi que eu tenho negligenciado totalmente alongamentos, estou travado que nem bambú. Preciso melhorar isto. Vou pular uns dias de corrida até achar o doutor mais adequado. Fiquei desesperado só de imaginar ter que ficar parado sem treinar, já que até nadar tinha incomodado. Deve ser horrível. Descobri também que estou plenamente viciado em exercícios. Admito abertamente.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Blog do Chris Mccormack

Só conheci agora, mas parece muito bom. Este post especificamente é excelente.

"The key to improvement or success at any level in multi sport comes to building a foundation of knowledge that will allow you to make those incremental improvements towards your set goal. "

"2: Recovery is king! Always err on the side of recovery in your training program.  Recovery takes many forms, and body maintenance (massage, Yoga etc) sleep and rest are imperative to the game and the mix."

E por aí vai. Following Now !

Batismo no Arvoredo

Há uns quatro anos eu não mergulhava na reserva do Arvoredo. E há uns bons anos também prometia levar a minha filha para um mergulho autônomo. Como ela ainda não fez curso, seria um batismo, análogo subaquático ao salto duplo de paraquedas. Então no dia 24 de dezembro lá fomos nós.

Saímos com a Aquanauta de Canasvieiras num dia ensolarado e de mar claro e calmo, até passar a baía. Pra variar, passamos mal os dois, na ida e na volta, sendo a ida pior do que a volta, somente porque no regresso não restava mais nada no estômago para alimentar os peixes. Foi bom matar a saudade do mergulho, sentir a gravidade baixa, flutuar noutro universo e rever os amigos peixes. Vimos lagosta, tartaruga, cavalo marinho e todo tipo de peixe, só faltou a arraia. Abaixo o vídeo.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Esportes em HD

As transmissões esportivas em HD são sensacionais. Só que normalmente só passa futebol e tênis. Por sorte, ultimamente tenho conseguido ver algumas provas de atletismo e, maravilha, segunda-feira passou o mundial de Ironman 2010 no Hawaii na ESPN.

Coisa incrível a qualidade da imagem. As cenas das bikes em câmera lenta são impressionantes, mas o que mais me chamou a atenção foram umas cenas da corrida. Algum dos atletas (não sei nem se era homem ou mulher) foi filmado em close apenas dos pés até logo acima dos joelhos. Em slow motion, dava pra ver todos os movimentos da musculatura. Fiquei apavorado ao ver o que acontece com a patela. Sobe e desce, aí o tendão acima se retrai todo na pisada, depois a onda de choque percorre a pele toda e esmaga tudo, até a musculatura contrair e empurrar a perna novamente. Aquilo não parecia saudável, mas assustador. Incrível como não quebramos, literalmente. Foi tipo a super-câmera do discovery channel.

As imagens do 'ironwar' de 2010 também foram um show, e depois o fechamento com os amadores então, muito legal. Espero que seja mais fácil achar esportes diferentes dos óbvios futebol e tênis nas transmissões HD.

Outra semana 100 %


Até agora janeiro está 100 %. Duas semanas a 100 % totalizam 200 % de aderência aos treinos ;-). Estou acumulando créditos ! O desafio continua.

No sábado a natação foi mole, ~2 km muito lentos mas foi num mar sensacional. Água quente, clara, sol, e nenhuma ondulação nem água viva, era uma piscina do tamanho da baía de jurerê. Depois saímos para o pedal longuinho, 65 km moderados com e sem pelotão. Muito tranquilo, voltei pra casa bem mais inteiro do que na semana anterior.

Domingo combinei de sair pedalando de casa, encontrei o Alexandre no CIC e fomos pro norte da ilha. Encontramos o pelotão gigante indo para o Floripa Shopping lá perto de Santo Antônio e continuamos, fizemos a Vargem Grande duas vezes até encontrar o povo indo pra canasvieiras, agora já em pelotas menores. Chuvinha, depois chuva e então breves momentos de boa chuva. Perseguimos um grupo grande a 40/h e lá na frente teve um tombo leve, igual ao meu no ano passado, na emenda do acostamento para a pista. Perigo.

Depois seguimos para o centro e faltou kilometragem. Atravessamos a ponte e fomos girar na beira-mar continental, tiros de 1600 mts contra e a favor do vento debaixo de chuva forte, para fechar 100 km exatos com uma volta no quarteirão perto de casa, não aceitei fechar apenas 99,4 km ;-). Média muito variada, dessa vez levei o GPS pois acabou a bateria do cateye. Teve trecho de 10 km a 35/h e a 25 km/h ;-).

Foi um belo longuinho de bike. Comecei a ajeitar a alimentação de novo, não cansei nem metade da semana passada e descobri que preciso definitivamente trocar o banco da bike. Já passando de 100 km fica respeitável.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Resfriando o corpo de dentro para fora - MundoTri

Excelente matéria no site do MundoTri. Fala sobre as técnicas de resfriamento prévio para provas em locais quentes. A conclusão é que comer gelo picado posterga o hiper aquecimento e prolonga a performance. Eu já tinha feito isso algumas vezes tomando água muito gelada antes de treinar no calor, e realmente ajuda.

Agora a idéia genial: vou fazer um monte de picolés de maltodextrina e vender na próxima corrida de verão que tiver. Vou faturar alto ;-). Líquido anti-aquecimento e combustível no tanque ao mesmo tempo !!

Primeira semana 100 %

Fiquei 100 % acabado, mas também com treinos 100 % cumpridos. Essa semana inicial foi boa, ainda não consigo acordar com facilidade, as juntas ainda doem e pedalar está sendo uma arte: achar a posição menos incômoda. Algo está torto na bike, andei mexendo em já não lembro mais o que e está tudo parecendo fora de lugar.

Mesmo assim fechei a primeira semana da base com TODOS os treinos concluídos. Isso é raro na base. Calculei por alto e o tempo gasto ficou em torno de 12 horas. O volume da bike foi de 198 km, corrida 40 km e natação 7 km, bom.

Ontem fomos nadar no mar, primeiro treino coletivo do ano da Ironmind lá no Taikô. Caí na água de óculos novo e lá fomos para duas voltas nas bóias. Fiz a primeira e achei acho que o Diovani comentando que tinha dado de cara com água viva. Segui e retornei, sentindo nada e achando que as gelecas dágua não me pegam. Voltei pra praia e saí pra segunda volta, mas no meio da terceira perna passei num cardume, se é que isso existe, de água viva. Choques e ferroadinhas pelo peito, braços e rosto. Nadei até a praia e depois fiz uma paralela de volta, achando que as dita-cujas estavam mais pra fora. Saí da água com 55 min, sei lá que distância.

Toquei pro pedal que foi forte, hora em pelotão hora solo. Fechei 73 km e me mandei pra casa podre de cansado. Tomei um caldo de cana que pareceu uma intravenosa de glicose. Cheguei em casa cansado, e assim fiquei o resto do dia, mas fui passear com o Arthur e a Daiane e acabamos ficando até anoitecer no parque de coqueiros. Dormi não sei nem a hora e nem como.

Hoje acordei atrasado no susto, 6:20. Saí com o café da manhã na mão e fui pra jurerê pro longo de pedal. Cheguei bem na hora que em todos saiam, junto com o Rafael Bressan da Ironmind. Seguimos pra Daniela e logo encontramos o pelote voltando. Quase dei um cavalo-de-pau e segui atrás do povo. Até entrar na SC já estava num ritmo alto, Roberto puxando a turma lá da frente. Foi entrar na SC e começar o desespero, segui o grupo até a subida de cacupé e depois deixei ir, não tem como fazer um treino de 90 km naquele ritmo. Formamos um pelotinho com o Lins, Luiz Rafael e depois um pouco do Éder, que consertava um pneu sem bomba na vargem grande ;-).

Logo depois de jurerê seguíamos para aumentar a kilometragem quando o pneu do Rodrigo furou. Paramos pra consertar e ele anunciou que testaria o sistema de CO2 novinho. Foi lá, pegou tudo e foi rosquear o cilindro à válvula e bum, vazou tudo daquele mini-extintor de incêndio. Quebrou a válvula. Aí logo puxei a minha: usa essa aqui, é bala, só enrosca e manda ver. Rosqueou e bum de novo, a válvula estava travada aberta, e lá se foi o último cartucho. Voltou pra velha e confiável, embora irritante, bomba portátil. Não foi desta vez, hehehe.

Depois do retorno segui só com o xará para fechar a distância, contra um vento que se erguia conforme as forças decresciam. Paramos para uma coca-cola no bar da Daniela, e ao sair da bike simplesmente deixei a pobre despencar no chão, pois esqueci de tirar a mão certa do bolso da camisa onde era pra estar a plata. Aí retornamos e fechamos os 90 km em exatas 3h cravadas, a conta da mentira. Foi um calor danado, muito vento e trânsito caótico. Isso associado ao fit meio torto me deixaram com o pescoço duro o resto do dia, mas nem de perto cansado como ontem, talvez tenha sido a noite de sono melhor. A adaptação já está acontecendo ;-).

Fico impressionado no início da temporada: como é que um treino de 90 km desses pode ser tão cansativo assim no começo e tão besta no final ? O corpo humano é um sistema adaptativo magnífico: em 5 meses dá pra fazer um motor 1.0 engasgando virar um 2.0 flex econômico e confortável ;-). Que venha a segunda semana. Desafio: zerar janeiro sem perder nenhum treino, vamos ver se dá pra fazer.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Pedal noturno solo na chuva

Saí pra natação com chuva, saí da piscina com chuva. Não gosto de pedalar na chuva. Mas voltei pra casa e peguei a MTB pra fechar o treino do dia. Desci pra beira-mar de são josé e logo no início encontrei o Maurício treinando corrida. Escureceu cedo, pois desde às 17 hs o céu estava cor de chumbo, pronto pra despencar. Diferente de ontem, hoje choveu direito.

Seguimos pela beira-mar conversando e no final toquei para o centro histórico. Tem uma 'rede' iluminada bem na frente da praça, pedurada entre os coqueiros dos dois lados da estrada. Aquilo e as luzes na igreja e nas árvores, com a chuva e o asfalto soltando 'fumaça' deixaram o cenário muito, mas muito doido, queria ter fotografado. Aí segui até a ponta de baixo e ponte de imaruí, onde uma lua nova espetacular estava saindo. Fiquei olhando e enfiei o pneu numa valeta.

Voltei por outros caminhos matutando com os botões. Na beira-mar praticamente só nós dois treinando, dois inscritos pro iron. Na chuva, deserto, de noite. A perspectiva é tudo. Choveu o pedal inteiro, e terminei os 35 km em 1h25 só no discão, mesmo nos morros, totalmente imundo. Belo treino, acabou com as pernas, porque os braços já tinham ficado na piscina. Só pra entrar na rotina dos treinos de base.

domingo, 2 de janeiro de 2011

E começa tudo de novo !

Que beleza ! A estruturação destes treinos para o ironman tem sido muito legais. É engraçado como de agora até 29 de maio o tempo passa ser medido em semanas. Em nenhuma outra esfera eu meço o tempo dessa maneira ;-). A planilha de 2010 'terminou' hoje oficialmente, e para amanhã o que virá depende do que o Roberto vai planejar para a base ;-). O que eu quero é conseguir pedalar mais um dia durante a semana, pois só pedalo nas quintas. Acho que comprar um rolo vai ser inevitável.

O treino de hoje foi tranquilo. Não saí de casa cedo como planejado, mas pelo que constou no sms chovia às 7 hs em jurerê. Saí as 11:30 sob céu nublado e imediatamente uma chuvinha de molhar bobo apareceu. Não dei bola mas lembrei do celular, aí entrei numa padaria pra pedir um saquinho plástico. Eis que na TV passava uma matéria do esporte espetacular sobre o Ironman 2010 com a Fernanda Keller de repórter, um tanto quanto atrasada, é verdade, mas ainda assim fiquei lá assistindo até o fim. Que coincidência !

Fui pra beira mar de são josé e de lá desci a BR-101 sul até a entrada da 282, para então seguir até as estradinhas de santo amaro. A idéia era apenas 60 km leves, só pra avisar o esqueleto que a moleza das férias acabou. Piorou o vento sul e uma chuvinha veio no final, mas ainda rodei mais uma volta na beiramar pra fechar a distância. Pedal leve e lento, mas tranquilo. Agora vem a base.

Estradinha rural asfaltada e deserta. Tem 4 km de extensão e numa das voltas nenhum carro passou por mim ! O que complica é que tem que pedalar 20 km de BR 101 e 282 pra chegar lá.



Vídeo do esporte espetacular sobre o Ironman Brasil 2010.